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Campus Party 2008

18 de janeiro de 2009

Oi pessoal! Estou postando ai embaixo o original de um texto para PDJZine sobre o Campus Party…

Estou postando este texto em homenagem ao Campus Party 2009 que vai ocorrer amanhã (19 de janeiro, segunda).

Fiquem ligados que vou durante o evento poster notícias do mesmo!

Campus Party Brasil

O Campus Party, evento sobre tecnologia onde pessoas acampam no local por uma semana, foi realizado pela primeira vez no Brasil este ano de 2008, de 11 até 17 de fevereiro. O evento com duração de sete dias teve palestras, campeonatos, workshops e muita coisa interessante.

A entrada do evento foi uma doideira, eu fiquei 3 horas na fila, acompanhado por um carrinho que aluguei por 30 reais e meu equipamento e meu colchão que estavam no carrinho, e o carrinho carregado serviu para me mostrar a importância do evento, pois como ele atraia a atenção de todos os repórteres, eu consegui mais ou menos contar quantos tinham só para a abertura do evento, e foi algo como 8 fotógrafos diferentes, mais 3 jornais grandes (pelo menos em equipe), como o jornal da Band, e vários jornais de nicho, como o IDG que me entrevistou e os jornais de portais de internet mais genéricos como o Terra.

Entrei no evento e felizmente minha foto foi aceita, o que permitiu que eu ja pegasse meu crachá e entrasse, só para ver o completo caos que estava com toda aquela gente tentando montar suas coisas, eu simplesmente desisti de montar tudo no momento, empilhei tudo em um canto e fui até a exibição aproveitar o vazio para começar a ver tudo em primeira mão para vocês.

Exibição no primeiro piso: Novas Tecnologias para os Jogos

No primeiro piso teve uma exposição aberta ao público, nesta exposição pude conferir muitas das coisas mais modernas em tecnologia atualmente, coisas principalmente para a área de jogos eletrônicos e interatividade, então vou apresentar as coisas por utilidade, as coisas eram tantas que a minha visita inicial assim que cheguei não foi suficiente, só consegui ver tudo com detalhes depois de 3 dias ficando no local várias horas.

Vamos começar com a parte mais conhecida, os famosos gráficos, que eram representados por um estande da Intel, com o Crysis sendo exibido no máximo que as máquinas aguentavam, e o resultado era muito bom, indiscutivelmente pode-se dizer que o Crysis exibiu uma tecnologia incrível nos gráficos, mas como a corrida por gráficos está ficando batida, o estande ficou quase ignorado, inclusive por mim, que não lembro nada de importante dele.

Então tem a clássica tentativa de realidade virtual, o sonho de muita gente desde o Cyberpunk, no evento esteve presente a Virtusphere, uma grande esfera plástica onde uma pessoa usando um capacete de realidade virtual fica dentro, a parte interessante é o fato da pessoa estar dentro da esfera, e poder andar para onde quiser infinitamente, aparentemente a idéia é muito boa, e a fila para ver o produto era enorme (apesar de ser bem menor que uma outra fila que vou citar adiante), mas percebi uma certa frustação de gente que tinha expectativas demais, o visor do capacete era monocromático, e não era tão difícil de cair como a empresa dizia, a equipe da EGM ficou com alguns roxos de tanto cair dentro daquele negócio.

Ainda na tentativa de realidade virtual, a Red Bull teve uma idéia mais simples, e mais cara, ela trouxe um carro pelo menos aparentemente de verdade, e um simulador de corrida customizado, dentro do carro só se percebia que era uma simulação pelo fato de que dava para ver que no lugar do vidro frontal eram três monitores, mas para os fãs de simulação aquilo era o máximo, o audio era impecável para quem estava dentro do carro, e a física era visívelmente realista, até para quem estava fora do carro, de espectador assistindo pelo monitor, dava para ver gente que corria espetacularmente (geralmente esses acabavam ficando o dia inteiro para ir o máximo que dava, umas 3 vezes, ja que a fila também era gigantesca, tanto que era agendado seu horário ao invés de ter uma fila física, pois uma fila física não caberia), e dava para ver gente que brigava com a física, saia rodando e cantando pneu e atrapalhava toda a fila gastanto muito mais tempo que a média para conseguir terminar as 2 voltas que todos os “pilotos” tinham direito.

O estande das forças armadas era um negócio a parte, vou falar mais dele depois, mas vou falar agora também dos simuladores deles, a aeronáutica estava com um flight simulator (civil infelizmente para os que queriam explodir coisas), e o exército também, interessante notar que o exército até re-criou a parte dos controles de um helicóptero esquilo (que era o helicóptero simulado) usando partes “aposentadas” de helicópteros reais, e até o software era bastante customizado, o próprio exército desenvolveu seu próprio serious game para treinar seus pilotos. O exército também tinha o simulador mais interessante do estande, era uma versão customizada do jogo Steel Beasts, o jogo é um simulador bastante realista de tanques, mas que na versão “stock” vem com dois tanques que não são usados no Brasil, então o exército colocou no jogo seus próprios tanques, terrenos brasileiros e traduziu o jogo, e a parte mais interessante é que o jogo sem modificação ja é útil para o treinamento da equipe, pois o jogo funciona assim: Temos a pessoa que controla a sessão de jogo, essa pessoa pode editar o mapa (não o terreno), enquanto está tudo ocorrendo, se tornando um Game Master, e no caso do exército geralmente é o instrutor que cuida dessa máquina, ja a equipe do tanque é formada por três jogadores, um deles é o comandante, ele tem uma visão melhor que os outros dois participantes, mas não faz nada além de dar comandos via skype, tem o atirador, que o tempo todo enxerga através da luneta de mira, e depende do comandante para saber para onde virar o canhão, e tem o motorista, que tem uma visão curta, dependendo do atirador e do comandante para saber o que tem muito a frente.

Mas a parte que realmente brilhou para a criação de jogos foi a parte de interatividade, começando com o projeto mais conhecido, e que tinha mais fila, o Wii. O Wii estava no evento dentro do estande da TAM, e o videogame que só rodava o jogo de tênis que vem com ele, atraiu filas gigantescas, no sábado a fila chegou a ter proporções bizarras, parecia fila do INSS, o videogame tinha tanta fila que eu não tentei jogar (infelizmente, pois ainda não joguei Wii Sports…), o segundo maior em termos de fila foi o DIT, um concorrente direto do Microsoft Surface, o DIT era basicamente um conjunto de monitor que lê dedos, e uma interface gráfica multiplataforma (de acordo com a pessoa responsável pelo estande, que alías falava de entendível só um inglês meia boca), o DIT é capaz de reconhecer uma quantidade infinita de dedos na tela (para testar chegamos a conseguir fazer 10 pessoas colocarem todos os dedos na tela e o negócio continuou funcionando normal), é realmente multi-tarefa, coisa que foi muito útil quando a fila para jogar o jogo demo do DIT “Wong” ficou gigantesca, pois o organizador do jogo simplesmente abriu dois programas e colocou as duas janelas lado a lado, e os dois funcionavam normalmente, o gerenciador de janelas nem tem uma forma de exibir foco, pois todos os programas tem foco. Wong, o jogo exibido no DIT realmente atraiu uma grande fila, pois o jogo era muito interessante, basicamente um pong onde não tinha uma raquete na tela, a raquete era criada quando um jogador colocava dois dedos na tela, aparecia uma linha entre os dois dedos, e a linha rebatia a bola acelerando a mesma, o que incentivou jogadores a começar a colocar quatro dedos na tela, formando duas linhas paralelas, para acelerar a bola até uma velocidade insana, e então disparar contra o campo do adversário.

Em terceiro lugar em tamanho de fila, mas em primeiro em caoticidade e barulheira estava a Reactable, apesar de estar em terceiro lugar em tamanho de fila, na verdade não tinha fila, só um amontoado de pessoas fazendo coisas aleatóriamente, o que fazia a máquina fazer barulhos totalomente aleatórios e bizarros, mas não menos interessante. A Reactable é basicamente uma aplicação de uma biblioteca OpenSource que consegue entender desenhos variados que foram filmados, o charme da Reactable é o fato de que a câmera filma o vidro por infravermelho, o que permite que o vidro se torne um monitor, que exibe para o usuário todas as informações necessárias para ele entender o que ele está fazendo (ou não como era o caso da turba montada em cima da Reactable de forma claustrofóbica)

E então a tecnologia de interatividade mais interessante, e com a menor fila por causa da vergonha dos participantes, o Kick Ass Kung Fu, composto por um fundo azul, dois telões, dois projetores, uma máquina comum, um microfone mais comum ainda (aqueles de 8 reais para computador), e uma webcam, o aparelho filmava os “jogadores”, retirava o fundo e colocava o resultado na tela como um sprite, então tudo o que os jogadores tinham que fazer era sair batendo nos inimigos, que eram caricaturas de figuras como Tony Blair e Bush filho, a parte interessante era que qualquer coisa funcionava como arma, até o crachá do evento, e para os mais impolgados e menos covardes, câmeras digitais de 2000 reais que eu não gostaria de ver sair voando se fossem minhas. Apesar do jogo ser quase “tosco”, ter uns bugs de colisão e ser meio difícil, era inegavelmente divertido, várias pessoas foram várias vezes, eu fui vinte vezes seguidas e depois tive que ficar 3 horas na enfermaria porque tive estafa e indigestão.

Então teve a parte da exibição que não é tão relacionada com a área de jogos, exceto talvez o estande da LocaGames, que estava apresentando um jogo online novo, que segue o modelo de negócios da microtransação, e que eu particularmente não gostei, mas que serviu para mostrar que os jogos de microtransação orientais estão ganhando força aqui (mais sobre isso depois). Também teve o estande do Linux, que ficava ironicamente ao lado do estande da Microsoft, e mais ironicamente ainda eram os dois estandes mais inúteis (o da Microsoft servia um café muito bom, mas não entendi para que ele servia, nem tinha propaganda de nada no estande inteiro, e o do Linux tinha um touro mecânico para promover o Hacker Teen), tinha o estande da cultura, o qual eu não visitei, alguns estandes sobre portais, como o do portal Limão, que servia raspadinha, o da telefônica e o da CBN e o estande com mais coisas no menor espaço, o estande das forças armadas.

O estande das forças armadas acabou saindo para “fora” do estande, pois o radar (sim, levaram um radar de verdade), não coube dentro do estande, nem a maquete de reator nuclear, que mostrava como é a caldeira de um reator nuclear, bem interessante por sinal. O estande tinha a parte da marinha, que tinha apenas maquetes, mas maquetes bem legais, que era a maquete do reator que eu já citei, a maquete de um submarino nuclear, que atraiu bastante atenção, e um painel sobre a energia nuclear, mostrando vários estágios do urânio até chegar em pastilhas, e o quanto uma pastilha gera de energia em comparação com outras fontes, também era interessante notar que no estande tinha um urânio de verdade (parece um granito que no lugar de manchas pretas tem manchas amarelas), que não é tão radioativo assim, coisa provada pelo contador geiser portátil que estava também por lá. A aeronáutica levou um flight simulator, fotos e informações sobre alguns caças e um projeto de alunos do ITA, que no tempo livre fizeram pequenos jogos, dois para ser mais exato, um mostrado para o público geral, um jogo de tanque de guerra, muito divertido mas bem simplista, e um jogo de corrida, que tive a oportunidade de ver porque o desenvolvedor ficou fascinado em ver outro desenvolvedor (eu), e quis me mostrar o jogo que ainda estavam fazendo, e este se mostrou bem promissor, era bem parecido com o Trackmania. E tinha a parte do exército, a mais digital de todas, lá tinha os dois simuladores já citados, dois serious games de estratégia, onde tudo o que se via na tela era um mapa (mapa mesmo, linhas pretas no fundo branco) e vários quadrados vermelhos e azuis que representavam em um jogo batalhões, e no outro exércitos inteiros, e que serviam para treinar oficiais as estratégias de combate, de acordo com o soldado que me apresentou os dois projetos (que foram desenvolvidos pelo próprio exército), o software é o mais realista possível, e incluí o máximo de variáveis possíveis, incluindo vegetação, altitude e condições atmosféricas, mas o software não atraiu a atenção dos visitantes, talvez por parecer “parado” (ele simulava em tempo real), e por ser razoavelmente feio. Também tinha a interface do radar, que tem um sistema de transmissão por internet (radares normalmente só transmitem analogicamente) desenvolvimento inteiramente no Brasil, e tinha também perto do estande um Hummer que estava “abandonado”, aparentemente não era do exército apesar de estar próximo e ser muito interessante.

Depois de ver tudo isso, discuti algumas vezes com outras pessoas no evento sobre o que vi, e chegamos a uma conclusão unânime que o futuro dos jogos é a extrema interatividade, exemplificada pelo Kick Ass Kung Fu, Wii e Wong.

Area restrita

O andar acima da exposição era reservado somente a quem pagou ingresso, era o andar onde estavam todos os computadores dos participantes e onde ocorreram os eventos.

Na área restrita no primeira dia foi o dia de montar o PC, eu acabei não montando o meu, e ainda fui para na área errada (a área de desenvolvimento ainda não tinha placa), mas neste dia ja deu para ver que a movimentação de pessoas era muito grande.

Na noite do primeiro dia teve a abertura oficial, que eu não gostei muito (e que não vi inteira, pois eu estava na enfermaria, para onde voltei depois do fim da abertura), mas teve a presença do ministro Gilberto Gil, que com a ajuda de um colega de classe que também estava no evento, consegui perguntar sobre a proibição do counter-strike, e consegui uma resposta basicamente assim: “Vocês tem que reclamar”, o interessante que apesar de eu não me lembrar de ter jornalistas por perto (eles tinham desistido do ministro após suspeitamente o ministro falou com um coronel e logo depois anunciou que não ia falar com ninguém), mas no dia seguinte o fato estava registrado em vários jornais (e saiu na EGM também).

Foi no segundo dia que a parte interessante começou, tiveram vários campeonatos de vários jogos, exceto de counter-strike (pelo menos não oficialmente), e começou as palestras, que no caso de desenvolvimento (a área que eu fiquei), iam desde C++ básico até Ogre3D, XNA e Ruby, nas outras áreas durante a semana teve palestras de fotografia astronômica, robótica, como fazer um LCD, uma palestra muito estranha e doida sobre como usar tecnologias musicais para tudo menos música (o cara montou a própria reactable, que desenhava uma salada de frutas em um telão), e também aconteceram neste local várias coisas muito doidas.

No local tinha o palco principal, onde na hora do almoço e do jantar a telefônica fazia alguma coisa, mas geralmente na hora do jantar era algo interessante, como uma palestra do Marcos Pontes (que infelizmente eu perdi quase inteira), apresentação de reactable, entre outras coisas.

A noite o lugar se tornava quase pavoroso, aconteciam campeonatos de counter-strike (não oficiais claro), ondas gigantes feitas por 1000 pessoas que estavam nos PCs, tinha um trio que dava abraços grátis, uma galera que enxia o “aquario” da imprensa de papéis com mensagens engraçadas (tipo Não alimente os animais e Reportersauro), e um cara doido que tava o tempo todo sem camisa fazendo algo que aparentava ser um monólogo trágico grego, apesar de que eu não entendi nada, mesmo ele se “re-apresentando” várias vezes por dia todos os dias.

Encontro do IGDA e a Invasão Coreana

No evento também ocorreu o segundo encontro do IGDA, com presença de representantes da ENE Solutions, Gunsoft, Gamemaxx, Ongame e Kaizen Games (o representante da Kaizen, Emiliano Castro, também estava representando a Abragames, confira nesta mesma edição uma entrevista com ele sobre a Abragames), a discussão era basicamente sobre a expansão do mercado de jogos no Brasil, e a possível união entre publishers, para atingir o objetivo já citado, e foi muito interessante, os não membros do IGDA foram bem participativos (acho que eu era o único membro na platéia), e o IGDA São Paulo se mostrou promissor (precisa ainda de uma ajuda, aliás os leitores estão convidados a se juntar ao IGDA São Paulo), e é interessante notar que algumas empresas eram Coreanas ou estavam publicando jogos coreanos (como a Gunsoft, coreana, e o jogo Cabal Online da Gamemaxx, neste caso o jogo é coreano), e também foi interessante notar que uma grande quantidade de jogadores na área de Games do evento estavam jogando vários jogos coreanos, principalmente os que tem oficialmente aqui, mas alguns outros jogos menos conhecidos (como Dragon Raja). Em uma discussão sobre o assunto sobre a quantidade de empresas coreanas no Brasil, fui informado que a Coréia do Sul implementou coisas que aqui no Brasil a Abragames está defendendo, como redução na taxa triburária e leis de regulamentação de jogos, e que somente após terem feito isso que o mercado de jogos na Coréia explodiu a ponto de ser exportado até aqui.

Outras áreas

Eu visitei um pouco das outras áreas, e conheci coisas interessantes, e pessoas interessantes, como John “Maddog” Hall com quem almocei, e um “totem” do CS, era simplesmente um apunhado de caixas empilhadas e presas umas nas outras, com uma placa no topo das caixas indicando um servidor não oficial de CS (o Totem foi propositalmente instalado próximo a imprensa, mostrando que realmente o pessoal não tinha medo e seguindo as instruções do Gil, estavam reclamando), na área de simulação tinha vários simuladores montados, que mostravam coisas como um simulador de submarino, simuladores de aviões, caças e aviões da segunda guerra mundial. Tinha também a área de astronomia, que chamava a atenção por alguns foguetes que estavam expostos e pelos telescópios enormes que estavam próximos aos foguetes, mas por estarem bem longe da minha área, eu quase não fui lá. Também visitei a área de robôtica, onde vi cômicos campeonatos de sumô de robôs, e um campeonato de bots de unreal.

A área de modding foi um caso a parte, ela atraiu todas as atenções, até do Zé do Caixão que parou para admirar um case em forma de cabeça de monstro (parecia um jacaré preto com focinho curto e chifres), e a galera que parou para admirar o Zé (algo do tipo 400 pessoas ficaram em torno dele), na área de modding vi também um case-mod em forma de senado/câmara, um gabinete gigantesco que era gigantesco porque tinha dentro um cooler de água (que diferente da maioria, tinha o reservatório dentro do gabinete), mas de longe os computadores que chamavam mais atenção era uma caveira prateada muito bonita, e uma máquina que tinha um estilo mais ou menos normal (o clássico case com uma janela, só que esta era verde e tinha neons verdes e tinha uma pintura estilo selva), mas que ficava rodando Crysis para quase quem quisese jogar (Era só pedir para o dono da máquina), a máquina era uma máquina “demo”, que mostrava o Crysis (em cima do monitor tinha uma plaquinha do Crysis), rodando em uma placa nVidia (também com o logo na plaquinha e em outros locais) construída por uma empresa de case-mod (cujo esqueci o nome, apesar de ser a coisa mais aparente).

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